Caros colegas,
No final da semana - dia 4 de Maio - anunciaremos quem nos vai acolher este ano, no XIII Encontro de Comunicação Autárquica!
Boa comunicação!
Workshop Protocolo Autárquico
Objectivos: Dotar os participantes de um conjunto de
técnicas essenciais na área dos eventos autárquicos, com vista a optimizar e
reciclar as suas competências nesta área, através da aquisição de conhecimentos
teóricos e práticos, especificamente no âmbito da comunicação autárquica,
presidências e precedências protocolares.
1.1. Protocolo e Imagem
1.2. Imagem pessoal e institucional
2. A comunicação autárquica
2.1. Convites
2.2. Cartões de visita
2.3. Trajes
2.4. Cumprimentos
2.5. Tratamentos Honoríficos
3.2, Aplicação da lei nº40/2006 aos eventos na autarquia
3.3 As precedências em Cerimónias Oficiais
A pé
No carro
Em Tribunas e mesas de presidência
4. 3 As bandeiras e os hinos
4.5. Ofertas e Presentes
5.2 Ementas, cartões de mesa, planos de sala e de mesa
Duração: 7 horas
Data: 07 de Maio de 2012
Programa:
1. Introdução ao Protocolo Autárquico1.1. Protocolo e Imagem
1.2. Imagem pessoal e institucional
2. A comunicação autárquica
2.1. Convites
2.2. Cartões de visita
2.3. Trajes
2.4. Cumprimentos
2.5. Tratamentos Honoríficos
3. Presidências e Precedências
3.1. As precedências na autarquia.3.2, Aplicação da lei nº40/2006 aos eventos na autarquia
3.3 As precedências em Cerimónias Oficiais
A pé
No carro
Em Tribunas e mesas de presidência
4. Eventos Autárquicos
4.1. Tomadas de posse, Inaugurações, Placas Toponímicas
4.2 Visitas Oficiais4. 3 As bandeiras e os hinos
4.5. Ofertas e Presentes
5. Refeições formais
5.1.Distribuição de convidados à mesa5.2 Ementas, cartões de mesa, planos de sala e de mesa
Horário: Das 09h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00
Local: Hotel Holiday Inn em Lisboa
Formadora
Isabel Amaral
Licenciada em Relações Internacionais pelo ISCSP, é
formadora Certificada pelo IEFP. Desde 1996 tem vindo a ministrar, em Portugal,
Espanha, Bélgica, China, Cabo Verde e Angola, cursos de formação no domínio da Comunicação
Empresarial: Protocolo, Atendimento, Relações Públicas e Imagem. De 1989 a
1995, foi adjunta do Primeiro-Ministro para os Assuntos Culturais. Docente em
diversas Instituições de Ensino Superior, em Portugal, Espanha e Brasil. Autora
dos livros “Imagem e Sucesso - Guia de Protocolo para Empresas", Editorial
Verbo, 1997, e “Imagem e Internacionalização - Como Ter Êxito no Mercado
Global”, Editorial Verbo, 2000. Presidente da APEP - Associação Portuguesa de
Estudos de Protocolo.
OS SÓCIOS DA APTECA TÊM 15% DESCONTO.
INSCREVAM-SE CONTACTANDO A DRA. MARGARIDA ARAÚJO
APTECA apresentou propostas para melhores condições de trabalho
No passado dia 13 de Janeiro a Associação Portuguesa de Técnicos de Comunicação Autárquica (APTECA) foi recebida pelo Gabinete do Secretário de Estado da administração Local e da Reforma Administrativa, Eng. Paulo Simões Júlio.
O objectivo da audiência solicitada pela APTECA foi a apresentação formal da Associação, constituída em Fevereiro de 2011 e a apresentação de três propostas que representam as necessidades prementes dos profissionais de Comunicação nas Autarquias.
Representaram a APTECA três membros da Direcção, Vera Dias António do Município de Mação, Susana Rosa, do Município de Avis e Catarina Soares Reis do Município de Oliveira de Azeméis. Foram recebidas pelo Adjunto e pelo Assessor do Secretário de Estado, Ricardo Carvalho e Marco Claudino.
A Associação Portuguesa de Técnicos de Comunicação Autárquica (APTECA) considera que é urgente reconhecer aos profissionais que trabalham nesta área um estatuto que vá ao encontro da sua real situação profissional, é necessário pensar o funcionamento dos Gabinetes de Comunicação para que corresponda à realidade do dia-a-dia dos seus profissionais.
As funções dos Técnicos dos Gabinetes de Comunicação nas Autarquias implicam uma prestação laboral que, tendencialmente, excede o número de horas previstas no período normal de trabalho e/ou decorre, com frequência, fora do chamado período normal de trabalho. A primeira de três propostas apresentadas ao Gabinete do Secretário de Estado e da Administração Local foi exactamente que determine a atribuição de Isenção de Horário aos Técnicos afectos aos Gabinetes de Comunicação nas Autarquias cujas funções passam pelo acompanhamento de actividades fora do horário normal de trabalho.
A segunda proposta incidiu sobre a necessidade, para estes profissionais de definição de um Estatuto Especial com poderes equiparados a um Chefe de Secção para os Técnicos de Comunicação Autárquica. Actualmente, e mais que nunca, revela-se urgente a criação de uma Carreira Especial, no âmbito da Administração Local, cujo conteúdo funcional implique o reconhecimento das especificidades dos profissionais da Comunicação conferindo-lhes estatuto de uma Carreira Especial.
É sentida a urgência do reconhecimento de um Estatuto "Facilitador" que lhes permita actuar transversalmente na organização. A esta proposta foi anexado abaixo-assinado produzido no âmbito do XII Encontro de Comunicação Autárquica, a 13 de Outubro de 2011, no Entroncamento.
A terceira proposta sugeria ao Secretário de Estado e da Administração Local a celebração entre a APTECA e a Fundação CEFA um Protocolo de Colaboração que leve á definição de: Acções de Formação para Técnicos dos Gabinetes de Comunicação nas Autarquias; Um estudo de âmbito nacional sobre os Técnicos de Gabinetes de Comunicação Autárquica e à produção de um Manual para Técnicos de Comunicação Autárquica. Não existe uma Manual para este grupo profissional em que se possam apoiar para criar ou reestruturar um Gabinete de Comunicação.
Refira-se que a Fundação CEFA - Centro de Estudo e Formação Autárquica, tutelada pelo SEALRA, tem "como missão contribuir para o aperfeiçoamento e modernização da administração autárquica, através da formação dos seus agentes, da investigação aplicada, da assessoria técnica e da edição de obras especializadas. Nos termos legais a Fundação CEFA é o organismo central de formação para a Administração Local."
As propostas foram muito bem recebidas, foi percebida a urgência na melhoria de condições de trabalho deste grupo profissional. As propostas ficaram para ser avaliadas e trabalhadas pelo gabinete do SEALRA.
A APTECA prepara agora uma reunião com a Associação Nacional de Municípios Portugueses.
O objectivo da audiência solicitada pela APTECA foi a apresentação formal da Associação, constituída em Fevereiro de 2011 e a apresentação de três propostas que representam as necessidades prementes dos profissionais de Comunicação nas Autarquias.
Representaram a APTECA três membros da Direcção, Vera Dias António do Município de Mação, Susana Rosa, do Município de Avis e Catarina Soares Reis do Município de Oliveira de Azeméis. Foram recebidas pelo Adjunto e pelo Assessor do Secretário de Estado, Ricardo Carvalho e Marco Claudino.
A Associação Portuguesa de Técnicos de Comunicação Autárquica (APTECA) considera que é urgente reconhecer aos profissionais que trabalham nesta área um estatuto que vá ao encontro da sua real situação profissional, é necessário pensar o funcionamento dos Gabinetes de Comunicação para que corresponda à realidade do dia-a-dia dos seus profissionais.
As funções dos Técnicos dos Gabinetes de Comunicação nas Autarquias implicam uma prestação laboral que, tendencialmente, excede o número de horas previstas no período normal de trabalho e/ou decorre, com frequência, fora do chamado período normal de trabalho. A primeira de três propostas apresentadas ao Gabinete do Secretário de Estado e da Administração Local foi exactamente que determine a atribuição de Isenção de Horário aos Técnicos afectos aos Gabinetes de Comunicação nas Autarquias cujas funções passam pelo acompanhamento de actividades fora do horário normal de trabalho.
A segunda proposta incidiu sobre a necessidade, para estes profissionais de definição de um Estatuto Especial com poderes equiparados a um Chefe de Secção para os Técnicos de Comunicação Autárquica. Actualmente, e mais que nunca, revela-se urgente a criação de uma Carreira Especial, no âmbito da Administração Local, cujo conteúdo funcional implique o reconhecimento das especificidades dos profissionais da Comunicação conferindo-lhes estatuto de uma Carreira Especial.
É sentida a urgência do reconhecimento de um Estatuto "Facilitador" que lhes permita actuar transversalmente na organização. A esta proposta foi anexado abaixo-assinado produzido no âmbito do XII Encontro de Comunicação Autárquica, a 13 de Outubro de 2011, no Entroncamento.
A terceira proposta sugeria ao Secretário de Estado e da Administração Local a celebração entre a APTECA e a Fundação CEFA um Protocolo de Colaboração que leve á definição de: Acções de Formação para Técnicos dos Gabinetes de Comunicação nas Autarquias; Um estudo de âmbito nacional sobre os Técnicos de Gabinetes de Comunicação Autárquica e à produção de um Manual para Técnicos de Comunicação Autárquica. Não existe uma Manual para este grupo profissional em que se possam apoiar para criar ou reestruturar um Gabinete de Comunicação.
Refira-se que a Fundação CEFA - Centro de Estudo e Formação Autárquica, tutelada pelo SEALRA, tem "como missão contribuir para o aperfeiçoamento e modernização da administração autárquica, através da formação dos seus agentes, da investigação aplicada, da assessoria técnica e da edição de obras especializadas. Nos termos legais a Fundação CEFA é o organismo central de formação para a Administração Local."
As propostas foram muito bem recebidas, foi percebida a urgência na melhoria de condições de trabalho deste grupo profissional. As propostas ficaram para ser avaliadas e trabalhadas pelo gabinete do SEALRA.
A APTECA prepara agora uma reunião com a Associação Nacional de Municípios Portugueses.
Foi assim:
9 de Janeiro!
Caros Colegas,
No próximo dia 9 de Janeiro a Direcção da APTECA irá reunir com o sr. Secretário de Estado da Administração Local.
Iremos apresentar a APTECA e uma Proposta relacionada com aspectos a definir e melhorar na nossa profissão. Um dos pontos será a necessidade de passarmos a ter estatuto de carreira especial o que permitirá um horário flexível e....
Ainda estamos a preparar o projecto.
Acreditamos que cada um de vós terá algo valioso a acrescentar. Participem, enviem ideias para as expormos a quem de direito... É uma oportunidade ÚNICA, há a aproveitar!
Esperamos contributos até 3 de janeiro, ok?!!!! Para o e-mail: geral@apteca.org
Entretanto, votos de um 2012 muito Feliz!!!!
Carta à ERC
Directiva sobre Boletins Municipais revogada
A 28 de Setembro de 2011, a ERC revogou a Directiva n.º 1/2008, sobre Boletins Autárquicos, tendo em conta «as frequentes queixas submetidas à entidade, em matéria de pluralismo político».
Admitindo que as publicações têm características que as excluem das obrigações previstas na Lei de Imprensa, a ERC frisa que as mesmas «estão obrigadas ao cumprimento dos princípios gerais de Direito, do regime constitucional da liberdade de expressão e demais direitos fundamentais, em particular dos direitos de personalidade reconhecidos no artigo 26.º da Constituição da República Portuguesa e dos Estatutos da ERC».
A Directiva prevê o «o exercício dos direitos de resposta e de rectificação, nos termos dos artigos 24.º a 27.º da LI», e indica que «tratando-se de publicações de titularidade pública e sujeitas ao respeito pelo princípio do pluralismo e ao princípio de equilíbrio de tratamento entre as várias forças políticas presentes nos órgãos municipais, encontram-se obrigadas a veicular a expressão dessas diferentes forças e sensibilidades, e em matérias relativas à actividade autárquica».
A Directiva insta os responsáveis destas publicações «a respeitar o princípio do equilíbrio de tratamento entre as várias forças políticas presentes nos órgãos municipais, o que poderá consubstanciar-se na criação de espaços editoriais dedicados à intervenção dessas mesmas forças».
APÓS TERMOS CONHECIMENTO DESTA SITUAÇÃO ENVIÁMOS A SEGUINTE CARTA Á ERC:
Exmo. Senhor
Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Dr. Carlos Magno Castanheira
ASSUNTO: Posição da APTECA sobre a revogação da Directiva 1/2008, do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, de 24 de Setembro
A Direcção da Associação Portuguesa de Técnicos de Comunicação Autárquica - APTECA deseja ao recém-empossado Conselho Regulador da ERC votos de um excelente trabalho pelo bem da Comunicação no nosso País.
A APTECA, com enquadramento legal através de Escritura Pública de 9 de Fevereiro de 2011 vem, ainda, manifestar o mais veemente repúdio pela revogação da Directiva 1/2008, do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, de 24 de Setembro, sobre publicações periódicas autárquicas, Directiva essa que não sendo perfeita, lograva colocar alguma justiça, bom senso e equidade, quanto à especificidade editorial e natureza dos seus conteúdos informativos, que jamais poderão ser confundidos ou equiparados com as regras técnicas, éticas e deontológicas que regulamentam o exercício do jornalismo profissional e os estatutos dos órgãos de informação independentes e de carácter generalista.
Em nosso entender, tal revogação configura um inexplicável e grave retrocesso no processo de enquadramento legal das publicações autárquicas, levando a crer que a ERC enveredou pelo caminho da facilidade, da leviandade e do conservadorismo, auto-ausentando-se do seu papel gerador de soluções adequadas e condizentes com as realidades dos Municípios, dos seus órgãos de divulgação e das suas estruturas funcionais.
Pensamos que as publicações autárquicas deverão ser veículos das poosições/deliberações/resoluções finais da Entidade Câmara Municipal, órgão legitimado pelo voto democrático, sejam elas tomadas por maioria ou unanimidade, não fazendo qualquer sentido a divulgação das posições parcelares, próprias ou diversas, de cada força política ou titular que a integra, até porque, muitas vezes, os titulares de cada força política têm opiniões e posições divergentes entre si.
Na prática, o tratamento dessa informação exigiria o estabelecimento de parâmetros idênticos aos critérios “jornalísticos” de qualquer órgão de imprensa independente e generalista, sendo que as publicações autárquicas não são generalistas nem independentes, nem se regem pelos princípios deontológicos do jornalismo.
Além do que, à semelhança do que acontece a nível do país e às constantes críticas dos partidos Políticos que sempre reclamam, com razão ou não, desigualdade de tratamento na comunicação social, os técnicos de comunicação autárquica seriam confrontados no seu micro universo de trabalho, com eventuais acusações de manipulação a favor deste, ou contra aquele, ou de desvirtuar o tratamento técnico da informação de modo a atingir objectivos escondidos ou preferenciais.
Seria pior a emenda que o soneto.
Pensamos que as posições próprias e particulares de cada força política, ou dos seus titulares a nível individual, deverão ser veiculados pelos próprios interessados, usando os meios de que dispõem (sítios, comunicados públicos, notas de imprensa, edição de boletins, etc.) até porque, ao abrigo da lei, os Partidos Políticos já recebem subvenções do Estado para o seu funcionamento geral.
Assim, a APTECA exorta a ERC a ponderar a situação e a aprofundar as diversas vertentes do problema, de modo a ser possível a criação e implementação de normas equilibradas que contribuam para o aumento da qualidade das publicações autárquicas, da valorização profissional dos técnicos de comunicação e para a imagem dos próprios Municípios.
Colocamo-nos ao dispor para cooperar nesta procura de soluções, esclarecendo melhor sobre o nosso pensamento e sobre os problemas concretos da nossa missão/função.
Com os nossos melhores cumprimentos,
A Direcção da APTECA
Admitindo que as publicações têm características que as excluem das obrigações previstas na Lei de Imprensa, a ERC frisa que as mesmas «estão obrigadas ao cumprimento dos princípios gerais de Direito, do regime constitucional da liberdade de expressão e demais direitos fundamentais, em particular dos direitos de personalidade reconhecidos no artigo 26.º da Constituição da República Portuguesa e dos Estatutos da ERC».
A Directiva prevê o «o exercício dos direitos de resposta e de rectificação, nos termos dos artigos 24.º a 27.º da LI», e indica que «tratando-se de publicações de titularidade pública e sujeitas ao respeito pelo princípio do pluralismo e ao princípio de equilíbrio de tratamento entre as várias forças políticas presentes nos órgãos municipais, encontram-se obrigadas a veicular a expressão dessas diferentes forças e sensibilidades, e em matérias relativas à actividade autárquica».
A Directiva insta os responsáveis destas publicações «a respeitar o princípio do equilíbrio de tratamento entre as várias forças políticas presentes nos órgãos municipais, o que poderá consubstanciar-se na criação de espaços editoriais dedicados à intervenção dessas mesmas forças».
APÓS TERMOS CONHECIMENTO DESTA SITUAÇÃO ENVIÁMOS A SEGUINTE CARTA Á ERC:
Exmo. Senhor
Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social
Dr. Carlos Magno Castanheira
ASSUNTO: Posição da APTECA sobre a revogação da Directiva 1/2008, do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, de 24 de Setembro
A Direcção da Associação Portuguesa de Técnicos de Comunicação Autárquica - APTECA deseja ao recém-empossado Conselho Regulador da ERC votos de um excelente trabalho pelo bem da Comunicação no nosso País.
A APTECA, com enquadramento legal através de Escritura Pública de 9 de Fevereiro de 2011 vem, ainda, manifestar o mais veemente repúdio pela revogação da Directiva 1/2008, do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, de 24 de Setembro, sobre publicações periódicas autárquicas, Directiva essa que não sendo perfeita, lograva colocar alguma justiça, bom senso e equidade, quanto à especificidade editorial e natureza dos seus conteúdos informativos, que jamais poderão ser confundidos ou equiparados com as regras técnicas, éticas e deontológicas que regulamentam o exercício do jornalismo profissional e os estatutos dos órgãos de informação independentes e de carácter generalista.
Em nosso entender, tal revogação configura um inexplicável e grave retrocesso no processo de enquadramento legal das publicações autárquicas, levando a crer que a ERC enveredou pelo caminho da facilidade, da leviandade e do conservadorismo, auto-ausentando-se do seu papel gerador de soluções adequadas e condizentes com as realidades dos Municípios, dos seus órgãos de divulgação e das suas estruturas funcionais.
Pensamos que as publicações autárquicas deverão ser veículos das poosições/deliberações/resoluções finais da Entidade Câmara Municipal, órgão legitimado pelo voto democrático, sejam elas tomadas por maioria ou unanimidade, não fazendo qualquer sentido a divulgação das posições parcelares, próprias ou diversas, de cada força política ou titular que a integra, até porque, muitas vezes, os titulares de cada força política têm opiniões e posições divergentes entre si.
Na prática, o tratamento dessa informação exigiria o estabelecimento de parâmetros idênticos aos critérios “jornalísticos” de qualquer órgão de imprensa independente e generalista, sendo que as publicações autárquicas não são generalistas nem independentes, nem se regem pelos princípios deontológicos do jornalismo.
Além do que, à semelhança do que acontece a nível do país e às constantes críticas dos partidos Políticos que sempre reclamam, com razão ou não, desigualdade de tratamento na comunicação social, os técnicos de comunicação autárquica seriam confrontados no seu micro universo de trabalho, com eventuais acusações de manipulação a favor deste, ou contra aquele, ou de desvirtuar o tratamento técnico da informação de modo a atingir objectivos escondidos ou preferenciais.
Seria pior a emenda que o soneto.
Pensamos que as posições próprias e particulares de cada força política, ou dos seus titulares a nível individual, deverão ser veiculados pelos próprios interessados, usando os meios de que dispõem (sítios, comunicados públicos, notas de imprensa, edição de boletins, etc.) até porque, ao abrigo da lei, os Partidos Políticos já recebem subvenções do Estado para o seu funcionamento geral.
Assim, a APTECA exorta a ERC a ponderar a situação e a aprofundar as diversas vertentes do problema, de modo a ser possível a criação e implementação de normas equilibradas que contribuam para o aumento da qualidade das publicações autárquicas, da valorização profissional dos técnicos de comunicação e para a imagem dos próprios Municípios.
Colocamo-nos ao dispor para cooperar nesta procura de soluções, esclarecendo melhor sobre o nosso pensamento e sobre os problemas concretos da nossa missão/função.
Com os nossos melhores cumprimentos,
A Direcção da APTECA
Audiência com o Sr. Secretário de Estado
Caros colegas,
Já seguiu por correio carta da APTECA ao Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Engenheiro Paulo Simões Júlio, a solicitar uma audiência para apresentação da Associação e de um Projecto que estamos a elaborar para uma melhor definição da nossa profissão.
Um dos objectivos é conseguir que a nossa profissão obtenha um estatuto de carreira especial. Algumas ideias que nos chegaram remetem para a necessidade de um horário flexível mas há vários aspectos que cada um terá já pensado e que nos podem e devem fazer chegar para incluir no Projecto que estamos a preparar. ISTO É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA, FAÇAM-NOS CHEGAR AS VOSSAS IDEIAS!
Na carta que enviámos pode ler-se:
"OS Gabinetes de Comunicação nas Autarquias são, hoje em dia, uma peça fundamental na troca de saber e de informação entre os eleitos locais e a população para quem, e com quem trabalham. Apesar a importância que lhes é reconhecida há alguns aspectos desta profissão que não se coadunam com as expectativas e, mais, com as necessidades destes profissionais.
Falamos de aspectos relacionados com as próprias funções que desempenham e que se revestem de um carácter especial não tendo, na prática, uma condição igual às demais profissões no âmbito das Autarquias.
Há situações a pensar, a definir, a trabalhar pelo bem dos profissionais que trabalham nesta área e por um funcionamento destes Gabinetes que corresponda à realidade do dia-a-dia dos seus profissionais."
Aguardamos os vossos contributos, qualquer ideia que tenhas, qualquer necessidade que sintam, não hesitem em enviar-nos um e-mail!!!
Já seguiu por correio carta da APTECA ao Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Engenheiro Paulo Simões Júlio, a solicitar uma audiência para apresentação da Associação e de um Projecto que estamos a elaborar para uma melhor definição da nossa profissão.
Um dos objectivos é conseguir que a nossa profissão obtenha um estatuto de carreira especial. Algumas ideias que nos chegaram remetem para a necessidade de um horário flexível mas há vários aspectos que cada um terá já pensado e que nos podem e devem fazer chegar para incluir no Projecto que estamos a preparar. ISTO É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA, FAÇAM-NOS CHEGAR AS VOSSAS IDEIAS!
Na carta que enviámos pode ler-se:
"OS Gabinetes de Comunicação nas Autarquias são, hoje em dia, uma peça fundamental na troca de saber e de informação entre os eleitos locais e a população para quem, e com quem trabalham. Apesar a importância que lhes é reconhecida há alguns aspectos desta profissão que não se coadunam com as expectativas e, mais, com as necessidades destes profissionais.
Falamos de aspectos relacionados com as próprias funções que desempenham e que se revestem de um carácter especial não tendo, na prática, uma condição igual às demais profissões no âmbito das Autarquias.
Há situações a pensar, a definir, a trabalhar pelo bem dos profissionais que trabalham nesta área e por um funcionamento destes Gabinetes que corresponda à realidade do dia-a-dia dos seus profissionais."
Aguardamos os vossos contributos, qualquer ideia que tenhas, qualquer necessidade que sintam, não hesitem em enviar-nos um e-mail!!!
PROPOSTA ORGANIZAÇÃO ECA
Caros colegas,
Aqui na barra do lado há um espaço com o título "PROPOSTA ORGANIZAÇÃO ECA" onde encontram o formulário para candidatura à organização do ECA de 2012.
Aqui na barra do lado há um espaço com o título "PROPOSTA ORGANIZAÇÃO ECA" onde encontram o formulário para candidatura à organização do ECA de 2012.
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